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04/09/2017

30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer

1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração 


- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15). 

A) Aspecto espiritual 

- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”. 

- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito. 

- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar. 

B) Aspecto musical

- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento. 

- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras. 

- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas. 

- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc. 

- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam. 

2 - Nunca preparar a ministração 

- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. 

- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc. 

- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. 

- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor! 

3 - Atrasar nos compromissos sem dar satisfação 

- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança. 

- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”. 

4 - Não aceitar as críticas 

- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer. 

- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja. 

5 - Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor 

- Não seja “juiz” das pessoas. 

- Mostre a graça de Deus e o amor. 

- Não seja grosseiro e indelicado. 

- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora. 

- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração. 

- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim. 

- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas. 

6 - Utilizar o púlpito para desabafar 

- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia! 

- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4). 

7- Gritaria 

- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis. 

- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40). 

- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade. 

- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados. 

8 - Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração 

- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou. 

- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos. 

- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros. 

9 - Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado 

- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado! 

- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto. 

10 - Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração 

- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua! 

- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público. 

- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc. 

11- Contar histórias ou piadas fora de hora 

- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. 

- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas. 

12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção 

- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. 

- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais. 

- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração. 

- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação. 

13- Exagerar nos improvisos 

- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. 

- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! 

- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. 

- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores. 

- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo. 

- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. 

- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado. 

14 - Não ter expressão durante a ministração dos cânticos 

- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! 

- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz. 

15 - Comunicação inadequada ao tipo de público 

- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. 

- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando. 

16 - Vestimenta inadequada 

- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando. 

- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc. 

- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos. 

17 - Cantar cânticos com o qual não está familiarizado 

- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque! 

- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo. 

18 - Cantar fora da tessitura vocal 

- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos. 

- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar. 

- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais. 

19 - Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião 

- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo. 

- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino. 

20 - Cantar muitas músicas num período curto de ministração 

- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor). 

- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente. 

- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário. 

21 - Ensinar muitas canções num período de ministração 

- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia. 

- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão. 

22 - Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações 

- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente. 

- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc. 

23 - Cantar canções sem a direção do Espírito Santo 

- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa. 

- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo. 

24 - Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados 

- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas. 

- Cantemos cânticos teologicamente corretos 

- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou. 

25 - Imitar outros ministros 

- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu. 

- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc. 

- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc. 

- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito! 

- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim...”) 

26 - Deixar o auditório em pé por muito tempo 

- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente. 

- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado. 

27 - Deixar de participar de outros momentos do culto 

- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc. 

- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus! 

28 - Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som 

- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área. 

- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes. 

- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado. 

- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total! 

- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som. 

- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo. 

- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração. 

- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus. 

29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança 

- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar. 

- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada. 

- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual. 

- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante. 

30 - Atuar no ministério por obrigação e sem alegria 

- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus. 

- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério. 

- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria...” (Sl 100:2). 

- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério! 

“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11 

Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização. 

CONTATO: 
Ronaldo Bezerra - Contato ( Shows e Eventos )
(011) 6190-1839 (das 10hs as 17:30hs) ou 
(011) 7452-6038 - Falar com Gabriel Baldin.

Artigo do site: Supergospel

23/08/2017

7 atitudes que os pais cristãos devem colocar em prática

Você já observou o quanto a família tem sido desvalorizada pela sociedade com os passar dos tempos?
Com certeza você logo perceberá que os seus filhos estão crescendo em um mundo completamente diferente do que você cresceu. E muitos dos bons valores em família já estão sendo considerados “fora de moda” pela maioria das pessoas.
Esse é um caminho que tem destruído as famílias, porque a base para a construção de um bom caráter começa nos exemplos que os filhos adquirem com os pais.
Confira abaixo 7 atitudes que um pai e uma mãe cristã podem praticar para se tornarem boas referência para os filhos:
1) Cumpra com a sua palavra
O exemplo começa dos pais, por isso, pais íntegros geram filhos íntegros, tanto em público quanto na vida privada. Se você deu a sua palavra, honre. Cumpra com as suas obrigações, faça o que é certo fazer.
2) Ajude os filhos a elaborarem metas para a vida
Os filhos são frequentemente imaturos e inexperientes, por isso, é importante que os pais participem desse processo de amadurecimento orientando e aconselhando os filhos para que eles não tomem decisões ruins. Ajude-os a descobrir o que devem fazer para se tornarem pessoas realizadas.
3) Seja divertido
É importante que o casal ensine os filhos a se divertirem em família, criando laços afetivos e construindo valores. Com isso, a vida se torna mais leve, apesar dos desafios, e os filhos aprendem a valorizar a companhia dos pais.
4) Demonstre respeito pelo cônjuge
Ensine para os filhos o quanto é importante cuidar do casamento por meio do seu exemplo. Não desvalorize a pessoa que ajudou você a construir uma família. É importante que os filhos percebam que há respeito no relacionamento dos pais, porque no futuro desejarão seguir esse exemplo. Muitos pais brigam com frequência na frente dos filhos, gerando emoções ruins, e isso terá reflexo no futuro.
5) Seja responsável
Lembre-se que o bem-estar da família é sua responsabilidade. Atenda as necessidades dela, compreenda que você tem a função de manter a vida no seu lar. Se você falhar nessa tarefa, todos perecerão. Os vícios, as traições e muitos outros problemas tomarão conta da sua família. Não deixe isso acontecer.
6) Saiba ser justo dentro de casa
Saiba perdoar aos filhos e peça perdão quando estiver errado. As palavras e as experiências ruins podem deixar marcas para o resto da vida. Muitas famílias nos dias de hoje estão cobertas pela mágoa, pelo rancor e assim o mal tem se fortalecido nos lares.
7) Ore por seus filhos e leia a Bíblia para eles
Os filhos seguirão os exemplos dos pais, por isso se os pais os educarem desde pequenos, no futuro eles também se tornarão bons exemplos. Como está escrito na Bíblia: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22.6
Os espíritos malignos têm tramado diariamente maneiras de destruir as famílias, por isso, se você é pai ou mãe, medite nas atitudes acima e coloque-as em prática na sua vida.
Fonte: Universal.org

15/08/2017

O Perfil de Um Líder de Adoração

Pastores algumas vezes me perguntam o que observar para selecionar um líder de louvor e adoração. Embora a escolha do líder de adoração seja do Senhor - e Ele nos surpreende algumas vezes - bons líderes de adoração normalmente tem certos requisitos:

• Radicalmente salvos e andando consistentemente com Cristo. Algumas igrejas, sentem-se apressadas para improvisar sua música, podem se sentir tentadas a indicar líderes de louvor que tenham pouco fundamento espiritual. Enquanto habilidade musical e experiência podem ser muito importantes, isto não deve ser mais importante do que o caráter pessoal e o relacionamento com Deus.

• Um dedicado estudioso da Bíblia. Nem toda música cristã ou de louvor estão em linha com a Palavra de Deus. O líder de adoração precisa estar fundamentado biblicamente para discernir com que tipo de material, ele ou ela esta alimentando as pessoas.

• Ser capaz de liderar outros em oração. De tempo em tempo, aqueles que estão no grupo de louvor irão inevitavelmente vir ao líder com problemas precisando de oração. Grupos de adoração devem orar juntos antes dos cultos, "Senhor, nós deixamos tudo que pode nos desviar de te adorar". Com todas as atenções voltadas para o Senhor, eles podem sair e liderar a congregação à presença de Deus.

• Um líder forte. Se o líder de adoração é apático diante das pessoas, a congregação irá se sentir desconfortável e terá dificuldades de entrar em adoração. As pessoas estão mais prontas a seguir líderes que demonstram confiança e mostram que sabem onde eles estão indo. Líderes de adoração precisam estar prontos para exercer autoridade em várias situações: dizendo as pessoas que é tempo de parar de conversar e começar a adorar; discernindo onde vozes de línguas ou profecias são realmente de Deus; ou segurando alguém que esteja exagerando e distraindo outras pessoas.

• Um habilidoso músico ou cantor. Davi indicou músicos que eram habilidosos. Isso não significa que é necessário uma graduação em música; mas notas ruins e canções fora do tom devem ser evitados tanto quanto for possível. Músicas com qualidade pobre é uma distração e desvia as pessoas da adoração. Muitos músicos cristãos agem como se eles fossem tão espirituais que não precisassem trabalhar suas habilidades ou treinar e ensaiar suas músicas.

• Submisso à autoridade. Muitas igrejas tem sido prejudicadas por líderes de louvor que tem suas próprias agendas. Líderes de adoração são subordinados ao Ministério - Deus tem colocado pastores sobre nós. Aqueles que acham que lideram melhor do que o pastor prega precisam lembrar que Lúcifer teve uma decepção igual. Ninguém é mais prejudicial do que alguém que está cheio de orgulho.

• Um líder de adoração precisa ser conhecedor do seu pastor; sua personalidade, canções preferidas e a visão da igreja. Comunicação é vital. O pastor deve ser conhecedor de qualquer acontecimento no departamento de música. O líder de adoração precisa estar ligado com o que está sendo pregado, assim as canções reforçarão as mensagens. 

O líder de adoração precisa manter harmonioso o relacionamento com o pastor. Eles devem sempre deixar o pastor em posição favorável diante da congregação.
Um efetivo líder de adoração é não apenas alguém que é um bom músico ou cantor que lidera pessoas nas canções. Liderar outras pessoas à adoração requer, primeiro de tudo, que seja um adorador. Como nós genuinamente e passionalmente adoramos ao Senhor, outros também irão compartilhar sua presença.

Causas que podem contribuir para que o louvor não flua nos cultos da Igreja

Sempre que estou participando de seminários com dirigentes de cultos e com equipes que dirigem o louvor congregacional, a questão que todos querem saber é: O que bloqueia o fluir de Deus no culto da igreja?
Os pastores, via de regra, apontam sempre numa direção: pecado no meio do grupo de louvor, alegam, como se não houvesse também pecado entre a equipe pastoral e demais ministros da igreja! Dias atrás tive que me deter no estudo do tema porque foi essa a acusação que os músicos ouviram do líder da igreja: O louvor não flui porque existe pecado entre vocês! Esse tipo de acusação deixa todo mundo desanimado e é um terreno fértil para a acusação de Satanás. Numa reunião em que fui convidado a ministrar para os músicos, estudamos juntos as várias possibilidades de um culto não fluir como todos gostaríamos.

· Pecado 

Todos concordamos que o pecado é realmente um obstáculo para a manifestação de Deus, impedindo também que os músicos e dirigentes de louvor sintam-se à vontade. Se um dos pastores da igreja, se alguns dos que exercem liderança congregacional e se na equipe de louvor houver alguém que vive sistematicamente na prática do pecado, pode-se pregar o mais eloqüente sermão, ter a melhor e mais afinada equipe de música, que nada acontecerá. Esses dias um pastor me procurou para que eu o ajudasse a resolver um pecado sério que havia na equipe de louvor: três rapazes da equipe estavam incorrendo em prática homossexual. É preferível ter um violão tocando em três acordes do que músicos em pecado. Em geral os demônios se sentem à vontade no meio de crentes pecadores e inflamam a igreja com o mesmo pecado que a liderança está praticando. Um exemplo: se começam a aparecer muitos casos de adultério, é bom examinar o que está acontecendo com a liderança!

“Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça" (Is 59.2)

"Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras" (Am 5.23).

"Aos retos fica bem louvá-lo" (Sl 33.1).

"Cantem de júbilo e se alegrem os que têm prazer na minha retidão..." (Sl 35.27).

Como se vê, Deus olha mais para o coração do homem do que para seus talentos! A retidão, vida íntegra e sinceridade de coração são mais importantes para Deus que nossos melhores sacrifícios.

· Falta de entrosamento entre os músicos 

Mas não apenas o pecado pode ser obstáculo ao fluir de Deus no culto. Um grupo de louvor pode viver consagrado a Deus e no entanto não consegue fluir pela falta de entrosamento entre os músicos. A Escritura não apresenta nenhum caso de falta de entrosamento, mas mostra que, quando há um perfeito entrosamento entre eles, Deus se faz presente na reunião. Em 2 Crônicas 5.11-14 os músicos e cantores estavam em perfeita sintonia musical e espiritual. Temos, então dois tipos de entrosamento: O natural, onde todos tocam e cantam em perfeita harmonia e o espiritual, quando todos estão afinados com a música do céu! Em Neemias vemos Matanias, dirigindo os louvores em perfeita sintonia com seus irmãos (Ne 11.17; 12.8). Ambos são importantes: afinados entre si e com o Espírito Santo! Noutro artigo quero focalizar a importância de encontrar o tom celestial, o tom de Deus!

· Falta de entrosamento entre músicos e dirigente

Encontramos nos dias de Davi a Quenanias, chefe dos levitas músicos. Ele "tinha o encargo de dirigir o canto, porque era entendido nisso" (1 Cr 15.22). Todos os demais seguiam a orientação dele na grande celebração que se fez quando Davi levou a arca da aliança de volta para Jerusalém. Nos dias de Neemias, Jezraías era o maestro que dirigia os músicos e cantores do templo(Ne 12.42). Não adianta ter bons músicos e um péssimo dirigente ou vice-versa. Deve haver uma perfeita coordenação entre eles. O dirigente comanda e a um sinal seu os músicos sabem em que direção devem seguir.

· Falta de entrosamento entre dirigente e congregação

Se a congregação não está acostumada ao dirigente e vice-versa, se não houver um perfeito entrosamento entre eles, o louvor também não flui. O povo conhece o seu dirigente de louvor. Sabe quando ele está num bom mood, se está bem ou não. O dirigente também conhece a congregação e pode detectar quando esta está cansada fisicamente, afadigada espiritualmente, etc. O dirigente levanta a mão, faz um gesto, usa o tom de voz, e o povo, que o conhece, segue suas orientações! Qualquer gesto seu é correspondido pelo povo que já se acostumou com ele!
Esdras afirma que "os levitas ensinavam o povo na lei...dando explicações, de maneira que todos entendessem o que se lia" (Ne 8.7,8; 9.3-5).

O dirigente ensina a congregação e esta passa a fluir com ele em tudo o que ele disser e fizer!

"Gloriar-se-á no Senhor a minha alma; os humildes ouvirão e se alegrarão. Engrandecei o Senhor comigo e todos à uma lhe exaltemos o nome" (Sl 34.2,3).

Juntos eles glorificam a Deus!

"Vestirei de salvação os seus sacerdotes, e de júbilo exultarão os seus fieis" (Sl 132.16).

· Estafa, fadiga e canseira dos componentes do grupo

Aqui é bom discutir primeiramente a canseira física. Davi foi bastante sábio quando estabeleceu que cada grupo de louvor ficaria apenas uma hora no templo cantando e adorando a Deus (Veja 1 Crônicas 25). Mais de uma hora e começa a canseira. Imagine os músicos que às vezes tocam em vários cultos no mesmo dia!
Existe também um tipo de situação que deixa os músicos abatidos. Eles se esforçam em fazer o melhor para Deus, mas a liderança pastoral não contribui adquirindo o equipamento que eles precisam. Existem pastores que não sabem investir numa boa aparelhagem de som, em retornos para a plataforma, numa boa bateria acoplada à mesa de som, teclados, instrumentos, etc. E essas coisas deixam os músicos desanimados! Nos dias de Neemias os levitas encarregados do serviço do templo, sentiram-se desanimados e foram cada um para sua cidade (Ne 13.10). Foram abandonados pela liderança!
Sinto pena de alguns grupos de dirigentes de louvores que fazem o melhor que podem, mas não são correspondidos pela liderança da igreja. É triste quando se tem que fazer "muletas" ou festinhas e almoços para se angariar fundo para equipar a igreja de bons instrumentos e de um bom sistema de som. Isso jamais deveria ocorrer. A igreja deve contribuir e o tesoureiro abrir o cofre! Não é sem razão que muitos de nossos músicos "fogem" para os campos como aconteceu com os levitas no tempo de Neemias. O desânimo e a canseira, são obstáculos ao mover de Deus nas reuniões da Igreja!

· Estafa, fadiga e canseira da congregação

E a análise tem que ser feita no âmbito físico e espiritual. No âmbito físico, o povo pode andar emocionalmente abalado por problemas na congregação e no âmago espiritual o povo pode estar desgastado espiritualmente. O que desgasta espiritualmente uma congregação? Tempo muito prolongado no louvor; pregações muito grandes. Exigências demasiadas para que ofertem e contribuam além de suas posses. Falta de variedade nos temas bíblicos pregados, etc.
Uma congregação que não tem expectativa do que vai ocorrer no culto e que já sabe na ponta da língua o que vem a seguir passa a viver dentro de uma rotina; e rotina cansa, tortura, mata e massacra espiritualmente a igreja. Quando o povo não tem mais expectativa de que algo novo pode ocorrer, alguma coisa está errada com a liderança pastoral. A ausência de milagres, de manifestações do Espírito Santo, de uma palavra viva, de conversões, de libertação deixam a igreja fadigada espiritualmente. Consequentemente o louvor não flui. Pode-se ter a melhor e mais treinada equipe de música, os melhores equipamentos, que nada ocorrerá! Lindos corais, muita coreografia e poucos resultados espirituais!
"Algo novo vai acontecer; algo bom Deus tem pra nós; reunidos aqui, só pra louvar ao Senhor", diz o cântico traduzido do inglês.
Deus é a fonte da motivação. Nos dias de Neemias o povo ofereceu grandes sacrifícios

"e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe" (Ne 12.43; 8.9-12).

Donald Stoll escreveu o cântico, "Lançarei fora o espírito pesado; me vestirei com as vestes do louvor; e assim eu entrarei na presença do Senhor".

· A congregação vive alienada com tudo o que está ocorrendo

É possível que a turma do louvor esteja consagrada a Deus, jejuando, orando, estudando, ensaiando e chegue nos cultos com todo gás, mas a congregação não corresponde, porque não jejua, não ora, não estuda nem se consagra a Deus! São os alienígenas dominicais!
Davi, os sacerdotes e os levitas bem como grande parte do povo estavam participando de um grande avivamento espiritual. Desde os dias de Samuel não se experimentava um tipo de avivamento como o daqueles dias. Música, danças, ministrações, o reino se firmando, mas Mical, estava alienada de tudo! Enquanto Davi dançava com todas as suas forças, enquanto os sacerdotes tocavam as trombetas e sacrificavam e o povo jubilava, Mical desprezou tudo aquilo em seu coração. Ela desprezou a Davi (2 Sm 6.14-23).
Mical representa algumas igrejas que ficam estéreis por toda vida por desprezarem o que Deus está fazendo em seu meio. Uma igreja estéril não frutifica, ano após ano continua igual. Engorda e envelhece sem gerar filhos! (Ver ainda 1 Crônicas 15.28,29).

· Cânticos difíceis de serem entoados pela congregação

Cânticos com letras truncadas, sem fluência poética, sem métrica; músicas cuja linha melódica é difícil de ser acompanhada, sem definição, etc. Há cânticos antigos com melodias difíceis de serem entoadas mas que têm definições, como Ao Deus de Abrão Louvai, Castelo Forte, e no entanto, muitos dos novos cânticos têm uma melodia indefinida, truncada; e cânticos assim impedem o fluir do verdadeiro louvor.
Nossos dirigentes de louvores precisam entender que nem todos os cânticos são congregacionais. Alguns cânticos são escritos para solistas, outros para corais, e outros, sim, para serem cantados por toda a congregação. O que percebo é que muitos dos cânticos trazidos para a congregação não servem para serem cantados por todos, e sim por solistas. Nem tudo o que aparece no mercado musical deve ser usado pela igreja. Isto pode ser evitado, escolhendo-se cânticos próprios para o povo cantar Um bom líder saberá definir o que o povo deve cantar.
Outra coisa boa de se fazer é escolher cânticos de vários autores, e não apenas de um só compositor, pois estes têm a tendência de viciar-se na mesma linha melódica. Ouvir um Cd com músicas de um mesmo autor, às vezes, é enfadonho.

"Então cantou Israel este cântico: Brota, ó poço! Entoai-lhe cântico!" (Nm 21.17).

Se todo Israel cantou, por certo era de fácil compreensão e melodicamente aceito.

"Então entoou Moisés, e os filhos de Israel, este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor,, porque triunfou gloriosamente" (Ex 15.1).

Novamente um cântico acessível a todos.

· Hinos difíceis de serem tocados pelos músicos da igreja

Convenhamos: nem toda igreja tem músicos profissionais. A maioria de nossos conjuntos é feita de gente que se esforça, que quer aprender, que se esmera no que faz, mas não é formada em música. Consequentemente, determinadas músicas podem se tornar difíceis de serem executadas. Agregue-se a isso o fato de que muitos dos hinos modernos traduzidos do inglês ou gerados em solo estrangeiro são "incantáveis" pela média de nosso povo e "intocáveis" por nossos músicos! A começar pelas péssimas traduções ou versões em que, procurando ser fiéis à letra do idioma original os tradutores colocam diante de nós letras truncadas, sem poesia e sem beleza alguma!
Muitas vezes visitando pequenas e grandes congregações pelo Brasil percebo a dificuldade dos músicos e dos irmãos que querem cantar músicas do Alvin, do Ron Kenoly, etc. São músicas que os americanos cantam muito bem em seus shows musicais, mas difíceis de serem tocadas por nossos músicos e cantadas pela igreja!

"Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo" (Sl 33.3)

· Falta de sensibilidade dos músicos e dos dirigentes ao Espírito Santo

Não se pode escolher cânticos só porque gostamos daquele estilo, ou de sua melodia e letra. Precisamos estar atentos ao que o Espírito Santo quer para o culto da igreja. Muitas vezes um cântico começa a fluir deixando a igreja livre na presença de Deus, mas na lista do dirigente tem um outro que vem a seguir e, ele na ânsia de aproveitar o tempo e cantar todos aqueles hinos, tira a igreja do trilho certo. Um culto pode fluir em Deus com poucos ou com muitos cânticos. O bom culto não precisa que o dirigente fique dando manivela. Ele começa bem e termina melhor ainda!
Davi ouvia a Deus: 
"Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi isto: Que o poder pertence a Deus" (Sl 62.11).


A abundância de cânticos, salmos e palavra era tanta que Paulo pergunta: "Que fazer, pois, irmãos....?" (1 Co 14.26). Como Paulo que queria ir para um lugar e o próprio Espírito o impedia, pode ocorrer também com os dirigentes de louvor: eles querem seguir numa direção, mas o Espírito Santo tem outra bem melhor (At 16.6-10).

· Falta de resposta da congregação ao dirigente

Não estou de forma alguma repetindo o item 4. Naquele caso é a falta de entrosamento entre o dirigente e a congregação. Nesse caso, o dirigente é excelente, mas a congregação não responde à altura o que o dirigente pretende. O dirigente está afinado, sensível a Deus, mas a congregação não corresponde ao que ele quer. Você deveria ver o que diz o Salmo 98. Ou o Salmo 103.19-22 onde o autor propõe aos anjos, aos ministros, às obras de Deus que levantem a voz em louvor, o Todo-Poderoso!
Geralmente isto ocorre quando o avivamento na igreja não atinge a todos. Costumo dizer que houve um avivamento departamental. O pessoal do louvor anda a mil, mas a congregação reage a passos de lesma! Os jovens estão "pegando fogo" enquanto os demais sentam-se em bancos de geladeira.

· Falta de motivação da Igreja

Deus deve ser o grande Motivador da Igreja. Como diz Davi: 
"Tu és motivo para os meus louvores constantemente" Salmos 71.6.

Ou como ele afirmou noutro lugar: 
"Os teus decretos são motivo dos meus cânticos, na casa da minha peregrinação (Sl 119.54).

Davi instituiu a ordem levítica de adoração, baseado unicamente em Deus e nos seus gloriosos feitos (1 Cr 16.7-12).
A motivação da igreja é Deus e não a música bonita, os bons músicos, os ótimos instrumentos e um ambiente propício de adoração. Vitrais coloridos e paramentos servem de inspiração para a carne, mas o verdadeiro louvor flui quando Deus é a fonte de todas as coisas! Deus é o grande inspirador e motivador. E o louvor pode fluir muito bem num antigo depósito transformado em lugar de culto sem muitos instrumentos musicais. Melhor ainda quando uma congregação tem tudo o que falei e tem também a Deus como inspirador de seus louvores.

· Alienação total dos dirigentes, músicos e pastores

Com freqüência observo que os pastores costumam ficar totalmente alienados com o que está ocorrendo no culto. Se os pastores estiverem alienados, nada ocorrerá com a igreja. Às vezes quando prego em algumas igrejas observo que os pastores ficam durante o tempo de louvor atendendo o celular, falando com algum obreiro, resolvendo questões da igreja completamente à parte do que está ocorrendo no culto. Um pastor chegou a dizer-me assim: "Pode chegar lá pelas oito e meia, na hora de pregar, porque a primeira parte é dos jovens. Eles dirigem os louvores". Fiz questão de chegar bem cedo para ter um tempo de oração com aqueles valorosos guerreiros determinados a levar a igreja a mover-se em Deus. Pena que logo a seguir, o "bombeiro", como eles dizem, chega e apaga o fogo!
Estude esses temas com os músicos de sua igreja e ampliem-no com problemáticas de sua própria congregação. Um participante de nosso seminário chegou a contabilizar "20 obstáculos porque o louvor não flui...".


Autor: João A. de Souza Filho 
Autor da trilogia: O Ministério de Louvor da Igreja; O Louvor e a Edificação da Igreja e Ministério de Louvor: Revolução na Vida da Igreja, todos editados pela Editora Betânia de Belo Horizonte.

O Discernimento do Ministério do Louvor e da Adoração.

Gostaria de compartilhar com meus seguidores, principalmente aos líderes de ministério de louvor para ler este artigo muito interessante escrito no portal O diario - Infor Gospel pelo Pr. Hidezaku Takayama da Igreja Cristo vive, vamos conferir.

“Cultos podem estar sendo substituídos por shows, e adoração e louvor por apresentações especiais. Estrelas podem estar surgindo nesta Seara, onde, pela profecia divina, poucos são os trabalhadores.”

Desenha-se um novo quadro em nosso “meio” evangélico. Percebe-se nos últimos anos, impulsionado pelo crescimento das igrejas evangélicas no Brasil, que alguns pregadores e cantores acabam destacando-se mais que outros e, conseqüentemente, são mais requisitados para congressos, seminários e eventos especiais das igrejas. Na ótica da sociedade moderna, isto é muito natural, nada especial. O problema é que estamos falando do mundo espiritual, da Igreja do Senhor, da Obra de Deus.
Não fosse o perigo dos desdobramentos deste novo quadro do nosso mundo “moderno”, em relação ao corpo de Cristo, preferiria ficar calado, mas omissão aqui é perigosa, e esta é a função do profeta e do sacerdote: Alertar! As escrituras são claras na ênfase que o Senhor dá, quando afirma que estamos no mundo, mas não somos do mundo (Jo 17:14), e arremata, quem ama o mundo, o amor do Pai não está nele (I Jo 2:15). Nesta fronteira entre o Divino e o humano é preciso ter discernimento espiritual.
Há uma lei que rege o nosso mundo: a lei da oferta e da procura. Ela determina os valores e preços das “coisas”. Por esta lei, cantores e oradores mais famosos e, conseqüentemente, mais requisitados no mundo secular, têm um “cachê” maior. Aí está o perigo. Esta regra está se inserindo no nosso meio. Cultos podem estar sendo substituídos por shows, e adoração e louvor por apresentações especiais. Estrelas podem estar surgindo nesta Seara, onde, pela profecia divina, poucos são os trabalhadores.
Dia desses recebi um telefonema de um coordenador de juventude, que no desejo de que eu fosse pregar em seu congresso, perguntou-me qual seria o “cachê” para estar lá 3 dias. Respondi antes que me desse a data e os detalhes: Não vou! Claro que fiz isto em tom amistoso, mas na seqüência expliquei a ele que esse negócio de “cachê” não faz bem ao nosso meio e que ele poderia como amigo, até me dar uma ajuda de custo, diante do deslocamento e das despesas que teria, mas a forma como foi colocada a abordagem caracterizava uma espécie de comércio, de negócio, “toma lá, dá cá”. Qualquer pessoa de bom senso sabe que todos nós temos despesas, sustentamos família, e que precisamos de dinheiro. Aí alguns cantores e pregadores dirão: …é, mas alguns não têm esse bom senso. E é verdade. Em ambas as pontas existem os mal intencionados, os “Judas da vida”, contudo isto não justifica aqueles que têm o ministério divino do cântico ou da pregação, agirem como o mundo.
Há nesta “química”, uma diferença sutil entre o mundo e a igreja que os homens carnais e naturais não conseguem divisar. Os detentores da chamada divina para pregar ou para exercer o ministério do louvor, enfim, os requisitados para “testemunhar” a palavra precisam deste discernimento, para não serem envolvidos pelo “sucesso”. Com isso, poderão ter inúmeros problemas, calotes, dificuldades financeiras. Já levei muitos calotes. Alguns dão por inocência, outros premeditados. Fazer o quê?! Quando isto acontece, aceito como permissão e provação divinas, parte do processo da maturidade. Com o tempo aprendi que nem sempre os recursos de Deus vêm de onde a gente espera.
É bom lembrar aqui, aquela experiência de Pedro que, orientado por Jesus, pescou um peixe e, pasmem, na boca dele tinha dinheiro suficiente para pagar as contas dos discípulos (Mat 17:27). Outro exemplo interessante é a experiência do profeta Elias que, na crise, foi alimentado por urubus (corvo é primo do urubu), que de manhã e à tarde traziam pão e carne ao homem de Deus (I Rs 17:04), para escândalo e nojo da nova geração dos “mauricinhos e patricinhas” que se formam nas portas das igrejas (intituladas hoje de tribos), freqüentadores dos “fast foods”, de “shopping centers” após os términos dos cultos.
Voltando ao assunto, onde está o perigo nisto tudo? Está na “materialização” do nosso ministério. Na “mercenarização” de nossa chamada divina. Não foi sem razão Jesus ter se indignado, a ponto de dar chicotadas naquela corja de cambistas que se instalou na porta do templo, e que se aproveitava da lei da oferta e da procura, inflacionando a venda de animais para o sacrifício, ou no câmbio das moedas, explorando os fiéis penitentes que visitavam, Jerusalém (Mt 21:12).
Fica aqui um ponto para reflexão e debates, aos cristãos escritores, pregadores e cantores, que já estão a exigir camarins especiais, cachês altíssimos, “limusines” e tapetes vermelhos na porta dos aeroportos (Viaje pela TAM). Vale aqui um pouco de humor e, por favor, não há nenhum sentimento de dedo em riste. Apenas uma reflexão, para não nos desviarmos da rota estabelecida por Jesus: “Quem quiser seguir após mim, tome a sua cruz e siga-me”(Mt 16:24). Preocupa-me aquela outra terrível frase que será dita naquele dia a alguns que hoje estão pregando, cantando, expulsando demônios, pastoreando: “Apartai-vos de mim, vós que praticaste a iniqüidade. (Mt 25:41) (iniqüidade = pecado premeditado).
Falo àqueles que querem ter discernimento, que realmente querem exercer o chamado de Cristo, para que depois não cobrem de mim, dizendo que nunca alguém os advertiu. Aos outros, por favor, ignorem o que escrevi, façam de conta que nem existo.

22/06/2017

Músicas que gosto - Nova Sessão no Blog

Hoje, estou começando aqui no blog a sessão MÚSICAS QUE GOSTO. Irei postar as músicas que gosto com letras e vídeos para que você possa também acompanhar um pouco os gostos musicais dessa blogueira. Quem já me conhece, sabe que sou cristã, reconheço que Jesus Cristo veio a terra, morreu e ressuscitou, e congrego na IEADAM aqui na minha cidade. Então, não espere músicas seculares, ok! Vamos ao que interessa.
Vou apresentar a vocês essa música muito linda e tocante ao coração, que está sendo cantada pelo Trio Discípulos, a música NÃO DESANIMAMOS no programa Acústico Novo Tempo.


Não Desanimamos
Discípulos
  
Se o Senhor mandar seguir
Seja feito até o fim
Jogo a rede ou vou pregar
Em terra firme ou alto-mar

Não, ninguém conseguiu e nem conseguirá
Não cabe em mim, em dois ou três mundos, infinito e singular
Não dá pra aprisionar
A palavra tem a força que em sua excelência
É seguridade àquele que a permitir

Cristo, não consigo ver mais além que isso
Nego-me a ceder
Sei que a Tua graça é maior que eu
Vida desmedida e ilimitada deu

Eles pensaram que me fariam recuar
A glória é pesada e a tribulação é leve e já vai passar
Tudo o que acontece a mim fará com que o meu Senhor
Seja conhecido, mais vale Tua vida em mim do que a minha dor

Cristo, não consigo ver mais além que isso
Nego-me a ceder
Sei que a Tua graça é maior que eu
Vida desmedida e ilimitada deu

Somos abatidos, mas não destruídos
Ainda há boa obra, eu sei
Seu amor é o primeiro e o último em tudo que farei
Somos perseguidos, mas não desamparados
Glorio-me na Sua cruz
Esperança irrompe no sangue de Jesus

(Não consigo ver)

Cristo, não consigo ver mais além que isso, nego-me a ceder
Sei que a Tua graça é maior que eu
Vida desmedida e ilimitada deu
Meu senhor, não dava pra alguém prever
O inocente morre pro culpado ter
Vida verdadeira, infinito amor
Ver a tua face é o maior favor


30/05/2017

Como Ter Um Lazer Aprovado Por Deus? Ev. Robson Brito

Introdução
O que é Lazer? Essa palavra vem do latim licere: "ser lícito". Logo, a expressão "lazer" etimologicamente é diferente de "diversão" e "entretenimento". Significa na língua portuguesa "descanso, folga, ócio". Isso é realmente necessário ao ser humano. 

Jesus é 100 % homem e 100% Deus. Por certo quando era menino em Nazaré deve ter tido seu lazer como os outros, mas sem pecado. Ele até usou como ilustração as brincandeiras dos meninos de seu tempo: "Mas a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros, e dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes" (Mc 11.16,17). 

Biblicamente falando, o homem deve satisfazer suas necessidades dentro das orientações da Palavra de Deus. E essas necessidades são do espírito, são da alma e são do corpo do ser humano. Jesus não se preocupa só com uma parte da pessoa. Constatamos essa palavra de Cristo quando Ele declarou: "Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância" (Jo 10.10). É a partir disso que dizemos que Deus nos autoriza que tenhamos nosso momento de lazer. 

Nosso Deus é um Deus de alegria e de prazer. Quando o povo judeu teve um grande livramento diante do Rei Assuero, vemos que "E também os judeus das aldeias que habitavam nas vilas fizeram do dia catorze do mês de adar dia de alegria e de banquetes e dia de folguedo e de mandarem presentes uns aos outros. 

O Escritor do livro de Eclesiaste declarou: Então, exaltei eu a alegria, porquanto o homem nenhuma coisa melhor tem debaixo do sol do que comer, beber e alegrar-se; porque isso o acompanhará no seu trabalho nos dias da sua vida que Deus lhe dá debaixo do sol (Ec 8.15). Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; Mas, mais adiante também disse: sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo (Ec 11.9). 

Dessa forma, se o lazer é lícito; se Deus quer que descansemos e nos alegremos; mas, se irá nos julgar um dia, quer dizer que NOSSO LAZER DEVE SEGUIR ALGUMAS REGRAS. VEJAMOS NESSE ESTUDO 7 DICAS PARA TERMOS UM LAZER SEM CULPA: 

O meu lazer deve auxiliar minha comunhão com Deus

Tudo o que faz valorizar Deus em minha vida aumenta a minha comunhão com o Senhor. Se o meu lazer me dá prazer de reconhecer que eu sou uma manifestação da imagem e semelhança de Deus, então, esse lazer passa ser bom espiritualmente para mim.

Para tanto, meu lazer deve ocorrer em um horário apropriado e correto. Deve ficar muito abençoado alguém que dê o dízimo das 24 horas do dia exclusivamente com o trabalho do Senhor. Isso equivaleria a 2 horas e 24 minutos. Que bênção seria! Mas, mesmo que você não consiga dar o dízimo do tempo para Deus, você ter o seu lazer em um horário que não atrapalhe sua comunhão com o Senhor e nem a comunhão com os trabalhos ordinários da igreja local, onde Deus quer lhe abençoar.

Além disso, o meu lazer para auxiliar a minha comunhão com Deus não deve ser um prazer nos prazer nos padrões do mundanismo. Podemos ver que os prazeres acabam gerando grandes prejuízos. Podemos citar pelo menos duas, vamos utilizar a Bíblia na Linguagem de Hoje [nota de http://solascriptura-t.org: mudamos para a ACF, só ela é fiel ao TR, a BLH é inaceitável] para você entender melhor: a primeira é a Pobreza material: “O homem bom cuida bem de si mesmo, mas o cruel prejudica o seu corpo.” (Pv 11:17 ACF) ; a segunda é o Sufocamento da Palavra de Deus no coração: “E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição;” (Lc 8:14 BRP)

O meu lazer deve revelar o amor que tenho pelo meu próximo

O lazer quer seja individual ou coletivo deve sempre valorizar a pessoa humana: fazê-la feliz; fazê-la alegre; fazê-la mais saudável. Muitas diversões e entretenimento praticados pelas pessoas que não conhecem a Jesus como Senhor não são lazer, por desrespeitar o ser humano. E amar ao nosso próximo é o segundo mandamento da Lei de Deus.

Se meu lazer escandalizar meu próximo não é lazer, é, na verdade, uma forma de fazer com o meu semelhante tropece na caminhada em direção ao Seu. Esse é o significado da palavra "escândalo".

Lemos sobre isso em 1 Co 10.31-33: “31 Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. 32 Portai-vos de modo que não deis escándalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus. 33 Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.” (1Co 10:31-33 ACF)

O meu lazer, além de ser lícito, deve ser conveniente

Paulo declarou: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.” (1Co 6:12 ACF). Em uma linguagem mais simples ele quis dizer: Alguém vai dizer: "Eu posso fazer tudo o que quero." Pode, sim, mas nem tudo é bom para você. Eu poderia dizer: "Posso fazer qualquer coisa." Mas não vou deixar que nada me escravize (1 Co 6.12).

A palavra "lícito" quer dizer: "conforme a lei, legal, justo; admissível". Por outro lado, "conveniente" signfica: "Útil, proveitoso, interessante; vantajoso; favorável, propício, oportuno; decente. Deus ficará feliz se o seu lazer for conveniente.

O meu lazer deve fazer bem para minha saúde

Você deverá dar conta de como usou o seu corpo na face da Terra, pois ele não é simplesmente um amontoado de células: O nosso corpo é templo do Espírito Santo (1 Co 6.19)!

Muitos estão gravemente enfermos hoje por desobedecerem a Palavra do Senhor, que disse ao povo de Israel: "“E disse: Se ouvires atento a voz do SENHOR teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o SENHOR que te sara.” (Êx 15:26 ACF).

Entender e praticar a Bíblia é ter saúde.  Diversão que estraga a saúde não é lazer. No livro de Provérbios você encontra o seguinte alerta: “O caminho dos ímpios é como a escuridão; nem sabem em que tropeçam. Filho meu, atenta para as minhas palavras; às minhas razões inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos; guarda-as no íntimo do teu coração. Porque são vida para os que as acham, e saúde para todo o seu corpo.” (Pv 4:19-22 ACF).

O meu lazer deve ser praticado em companhia de gente de bem

O lazer passa ser pecaminoso, ou melhor, deixa de ser lazer para tornar-se mera diversão ou entretenimento que desagrada a Deus, fere a sua alma e sufoca seu espírito, quando ele é praticado com pessoas ímpias e escarnecedoras. O Salmista declarou que são “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Sl 1:1 BRP).

Outros textos podem lhe orientar quanto às suas companhias. No Sl 119, versículo 63, você encontrará: “Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos.” (Sl 119:63 ACF). O sábio Salomão ensinou: “O que anda com os sábios ficará sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído.” (Pv 13:20 ACF). Como são as suas companhias em seu lazer?

O meu lazer deve ser praticado com estado de paz interior e não deve gerar sentimento de culpa

Dentro de nós, isto é, dentro do nosso espírito, existe um alarme que se chama consciência. De acordo com o que Paulo escreveu até mesmo os ímpios possuem isso: “Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os;” (Rm 2:15 ACF).

Sentir a consciência acusada é sentir culpa. Sentir-se culpado é sentir-se que não se está bem com Deus. Quando a diversão gera culpa, ela deve ser abolida da nossa vida.

Que Deus lhe abençoe e viva um lazer dentro dos propósitos divinos.


Ev. Robson Brito 
Copiado de http://www.pastoronline.com.br/

Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).
(Copie e distribua ampla mas gratuitamente, mantendo o nome do autor e pondo link para esta página de http://solascriptura-tt.org)

01/04/2017

Louvores Infantis - Novidades chegando - PARTE 1

LOUVORES INFANTIS - PARTE 1

O mercado fonográfico, profissional e não profissional, está aumentando. E uma das mídias mais utilizadas hoje é o YOUTUBE, onde vários blogueiros e iniciantes na área musical estão divulgando seus trabalhos através de vídeos com pouca e também com boa qualidade. E hoje vou apresentar para vocês os louvores que achei atualmente voltado para crianças, muitos deles louvores novos e outros são corinhos antigos, e até hinos da nossa harpa cristã. Como é um assunto um pouco extenso, vou dividir o tema em partes, e está será a PARTE 1. Vamos lá!?



É Projeto do NT Kids em parceria com a Gravadora Novo Tempo. Eles tem um canal no youtube que tem muitas músicas infantis e que são lindas para apresentarmos as crianças. Visite o canal e inscreva-se, ACESSE O LINK ---> MINHA VIDA É UMA VIAGEM - CANAL NO YOUTUBE

Segue uns louvores do canal que você vai gostar bastante. E aproveita e mostra pras suas crianças, ok!?

 














É um site infantil com as melhores canções da Harpa Cristã traduzidas para o universo infantil de uma forma inédita!
OVELHINHA DARA E A COMPANHIA DA HARPINHA são crianças adoradoras que dançam, pulam e vivem seus dias buscando ser como Jesus, esperando com alegria o dia em que o reencontrarão. Conheça mais do projeto em: http://www.ovelhinhadara.com.br e curta a Fanpage do Facebook: https://www.facebook.com/ovelhinhadara