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28/06/2010

EBF: Dicas e sugestões

RECEBI UMA SOLICITAÇÃO NO NOSSO CADASTRO DE CONTATOS, DE UM DE NOSSOS VISITANTES, SOBRE A EBF. ESTA FOI A RESPOSTA QUE ENVIEI. NÃO SEI SE AJUDOU EM ALGUMA COISA POR CONTA DE QUE A EBF ESTAVA MUITO EM CIMA DA HORA.

UM TEMA: A CAMINHO DE EMAÚS (TEMA SUGESTIVO, PODE SER MUDADO CONFORME SUA ESCOLHA).

FAÇA UM MAPA QUE MOSTRE TODOS OS LUGARES POR ONDE JESUS PASSOU, E DISTRIBUA COMO SE FOSSE UMA GRANDE VIAGEM NO TEMPO.
VOCE PODERÁ MONTAR UM MAPA GRANDE E DIVIDI-LO EM PARTES COMO SE FOSE UM QUEBRA-CABEÇAS DE PEÇAS GRANDES, E ENTREGÁ-LOS AS CLASSES.
CADA CLASSE FICARÁ RESPONSÁVEL POR UM PARTE DO MAPA. E POR CADA CAMINHO DO MAPÁ POR ONDE JESUS PASSOU, ELABORE PERGUNTAS DE FÁCIL COMPREENSÃO, PARA QUE AS CRIANÇAS POSSAM ENTENDER A IMPORTÂNCIA DE SE ESTUDAR OS LUGARES POR ONDE JESUS PREGOU A SUA PALAVRA, ISSO SERVIRÁ DE INCENTIVO PARA QUE ELAS TAMBÉM SIGAM NO MESMO OBJETIVO DE SEGUIR O CAMINHO DE JESUS PREGANDO A PALAVRA A TODOS QUE PRECISAREM.

ELABORE PARA AS CLASSES ATIVIDADES QUE SE REFIRAM AO ASSUNTO DA EBF, COMO DESENHOS, RECORTES, PINTURA, ETC.

BUSQUE TAMBÉM FAZER DINAMICAS COM AS CRIANÇAS (UM QUEBRA-GELO) PARA QUE ELAS FIQUEM MAIS ATENTAS.

ELABORE LEMBRANCINHA NO FORMATO DE UM MAPA E ESCREVA NO VERSO A O TEMA, A DATA E ONDE FOI A EBF.
EX: "LEMBRANÇA DA EBF, REALIZADA EM , COM O TEMA:"

PARA O LANCHE DAS CRIANÇAS ELABORE GULOSEIMAS ACEITÁVEIS E NUTRITIVAS PARA OS PEQUENINOS.
COMO MINGAU, PÃOZINHO COM SALAME, PRESUNTO OU QUEIJO, BOLO, SUCO OU REFRIGERANTE, ALGO QUE FIQUE A SUA ESCOLHA. SE QUISER FAZER ALGO SOFISTICADO, TENTE CONSEGUIR AUXILIO COM OS DEMAIS IRMÃOS DA IGREJA, SOLICITANDO UMA GRANDE COLABORAÇÃO.

QUAISQUER OUTRAS SOLICITAÇÕES FAVOR ENTRAR EM CONTATO.

SDS,

Ligiane Farias Bastos

20/06/2010

Os 12 Apóstolos: Líderes que fizeram diferença na sua geração

Quem não conhece a história, ou jamais leu sobre ela, não verá com bons olhos a atuação destes líderes. Mas, estou colocando estes nomes aqui para que fique claro, que eles fizeram muito mais do que podiam para que o Evangelho chegasse até os dias de hoje na vida das pessoas, que servem a Deus de todo coração, verdade e justiça. E serve para que possamos refletir, que o que fazemos hoje não se compara a 1/3 do que eles fizeram para que eu e você também chegassemos a crer que Deus existe, que JESUS morreu na Cruz em nosso lugar, e que um dia (ninguém sabe a hora) que ele voltará para buscar os seus escolhidos, aqueles que foram fiéis até a morte, como diz a Palavra de Deus no livro de Apocalipse. Vejamos o que fizeram e como morreram.


OS APÓSTOLOS

No começo do seu ministério Jesus escolheu doze homens que o acompanhassem em suas viagens. Teriam esses homens uma importante responsabilidade: Continuariam a representá-lo depois de haver ele voltado para o céu. A reputação deles continuaria a influenciar a igreja muito depois de haverem morrido.
Por conseguinte, a seleção dos Doze foi de grande responsabilidade.  "Naqueles dias retirou-se para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. E quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolo"  (Lc 6.12-13).
A maioria dos apóstolos era da região de Cafarnaum, desprezada pela sociedade judaica refinada por ser o centro de uma parte do estado judaico e conhecida, em realidade, como "Galiléia dos gentios". O próprio Jesus disse: "Tu, Carfanaum, elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás até ao inferno"  (Mt 11.23). Não obstante, Jesus fez desses doze homens líderes vigorosos e porta-vozes capaz de transmitir com clareza a fé cristã. O sucesso que eles alcançaram dá testemunho do poder transformador do Senhorio de Jesus.
Nenhum dos escritores dos Evangelhos deixou-nos traços físicos dos doze. Dão-nos, contudo, minúsculas pistas que nos ajudam a fazer "conjeturas razoáveis" sobre como pareciam e atuavam. Um fato importante que tem sido tradicionalmente menosprezado em incontáveis representações artísticas dos apóstolos é sua juventude. Se levarmos em conta que a maioria chegou a viver até ao terceiro e quarto quartéis do século e que João adentrou o segundo século, então eles devem ter sido não mais do que jovens quando aceitaram o chamado de Cristo.

Os doze apóstolos foram:

1) André;
2) Bartolomeu (Natanael);
3) Tiago (Filho de Alfeu);
4) Tiago (Filho de Zebedeu);
5) João;
6) Judas (não o iscariotes);
7) Judas Iscariotes;
8) Mateus;
9) Filipe;
10) Simão Pedro;
11) Simão Zelote;
12) Tomé;
13) Matias (Substituindo a Judas)

                                  Resumo sobre a vida dos Apóstolos:


1) André 
No dia seguinte àquele em que João Batista viu o ES descer sobre Jesus, ele o apontou para dois de seus discípulos, e disse: "Eis o Cordeiro de Deus" (Jo 1.36). Movidos de curiosidade, os dois deixaram João e começaram a seguir a Jesus. Jesus notou a presença deles e perguntou-lhes o que buscavam. Responderam: "Rabi, onde assistes?" Jesus levou-os à casa onde ele se hospedava e passaram a noite com ele. Um desses homens chamava-se André   (Jo 1.38-40).  André foi logo à procura de seu irmão, Simão Pedro, a quem disse: "Achamos o Messias..." (Jo 1.41). Por seu testemunho, ele ganhou Pedro para o Senhor.
André é tradução do grego Andreas, que significa "varonil". Outras pistas do Evangelhos indicam que André era fisicamente forte, e homem devoto e fiel. Ele e Pedro eram donos de uma casa (Mc 1.29) Eram filhos de um homem chamado Jonas ou João, um próspero pescador. Ambos os jovens haviam seguido o pai no negócio da pesca. Eram Pescadores.
André nasceu em Betsaida, nas praias do norte do mar da Galiléia. Embora o Evangelho de João descreva o primeiro encontro dele com Jesus, não o menciona como discípulo até muito mais tarde (Jo 6.8). O Evangelho de Mateus diz que quando Jesus caminha junto ao mar da Galiléia, ele saudou a André e a Pedro e os convidou para se tornarem discípulos (Mt 4.18,19). Isto não contradiz a narrativa de João; simplesmente acrescenta um aspecto novo. Uma leitura atenta de João 1.35-40 mostra-nos que Jesus não chamou André e a Pedro para seguí-lo quando se encontraram pela primeira vez.
André e outro discípulo chamado Filipe apresentaram a Jesus um grupo de gregos (Jo 12.20-22). Por este motivo podemos dizer que eles foram os primeiros missionários estrangeiros da fé cristã.
Diz a tradição que André viveu seus últimos dias na Cítia, ao norte do mar negro. Mas um livreto intitulado: Atos de André (provavelmente escrito por volta do ano 260 dC) diz que ele pregou primariamente na Macedônia e foi martirizado em Patras. Diz ainda, que ele foi crucificado numa cruz em forma de "X", símbolo religioso conhecido como Cruz de Sto André.

2) Bartolomeu (Natanael)
Falta-nos informação sobre a identidade do Apóstolo chamado Bartolomeu. Ele só é mencionado na lista dos apóstolos. Além do mais, enquanto os Evangelhos sinóticos concordam em que seu nome era Bartolomeu, João o dá como Natanael (Jo 1.45). Crêem alguns estudiosos que Bartolomeu era o sobrenome de Natanael.
A palavra aramaica bar significa "filho", por isso o nome Bartolomeu significa literalmente, "filho de Talmai". A Bíblia não identifica quem foi Talmai.
Supondo que Bartolomeu e Natanael sejam a mesma pessoa, o Evangelho de João nos proporciona várias informações acerca de sua personalidade. Jesus chamou Natanael de "israelita em quem não há dolo" (Jo 1.47). Diz a tradição que ele serviu como missionário na Índia e que foi crucificado de cabeça para baixo.

3) Tiago - Filho de Alfeu
Os Evangelhos fazem apenas referências passageiras a Tiago, filho de Alfeu (Mt 10.3; Lc 6.15). Muitos estudiosos crêem que Tiago era irmão de Mateus, visto a Bíblia dizer que o pai de Mateus também se chamava Alfeu (Mc 2.14).  Outros crêem que este Tiago se identificava como "Tiago, o Menor", mas não temos  prova alguma de que esses dois nomes se referiam ao mesmo homem   (Mc 15.40). Se o filho de Alfeu era, deveras, o mesmo homem Tiago, o Menor, talvez ele tenha sido primo de Jesus (Mt 27.56; Jo 19.25). Alguns comentaristas da Bíblia teorizam que este discípulo trazia uma estreita semelhança física com Jesus, o que poderia explicar por que Judas Iscariotes teve de identificar Jesus na noite em que foi traído.  (Mc 14.43-45; Lc 22.47-48).  Diz as lendas que ele pregou na Pérsia e aí foi crucificado. Mas não há informações concretas sobre sua vida, ministério posterior e morte.

4) Tiago - Filho de Zebedeu 
Depois que Jesus convocou a Simão Pedro e a seu irmão André, ele caminhou um pouco mais ao longo da praia da Galiléia e convidou a "Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes"  (Mc 1.19). Tiago e seu irmão responderam imediatamente ao chamado de Cristo. Ele foi o primeiro dos doze a sofrer a morte de mártir. O rei Herodes Agripa I ordenou que ele fosse executado ao fio da espada (At 12.2). A tradição diz que isto ocorreu no ano 44 dC, quando ele seria ainda bem moço.
Os Evangelhos nunca mencionam Tiago sozinho; sempre falam de "Tiago e João". Até no registro de sua morte, o livro de Atos refere-se a ele como "Tiago, irmão de João" (At 12.2) Eles começaram a seguir a Jesus no mesmo dia, e ambos estiveram presentes na Transfiguração (Mc 9.2-13). Jesus chamou a ambos de "filhos do trovão" (Mc 3.17).
A perseguição que tirou a vida de Tiago infundiu novo fervor entre os cristãos (At 12.5-25). Herodes Agripa esperava sufocar o movimentos cristão executando líderes como Tiago. "Entretanto a Palavra do Senhor  crescia e se multiplicava" (At 12.24).
As tradições afirmam que ele foi o primeiro missionário cristão na Espanha.

5) João
Felizmente, temos considerável informação acerca do discípulo chamado João. Marcos diz-nos que ele era irmão de Tiago, filho de Zebedeu (Mc 1.19). Diz também que Tiago e João trabalhavam com "os empregados" de seu pai (Mc 1.20).
Alguns eruditos especulam que a mãe de João era Salomé, que assistiu a crucificação de Jesus   (Mc 15.40). Se Salomé era irmã da mãe de Jesus, como sugere o Evangelho de João (Jo 19.25), João pode ter sido primo de Jesus.
Jesus encontrou a João e a seu irmão Tiago consertando as redes junto ao mar da Galiléia. Ordenou-lhes que se fizessem ao largo e lançassem as redes. arrastaram um enorme quantidade de peixes - milagre que os convenceram do poder de Jesus. "E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram" (Lc 5.11) Simão Pedro foi com eles.
João parece ter sido um jovem impulsivo. Logo depois que ele e Tiago entraram para o círculo íntimo dos discípulos de Jesus, o Mestre os apelidou de "filhos do trovão" (Mc 3.17). Os discípulos pareciam relegar João a um lugar secundário em seu grupo. Todos os Evangelhos mencionavam a João depois de seu irmão Tiago; na maioria das vezes, parece, Tiago era o porta-voz dos dois irmãos. Paulo menciona a João entre os apóstolos em Jerusalém, mas o faz colocando o seu nome no fim da lista (Gl 2.9).
Muitas vezes João deixou transparecer suas emoções nas conversas com Jesus. Certa ocasião ele ficou transtornado porque alguém mais estava servindo em nome de Jesus. "E nós lho proibimos", disse ele a Jesus, "porque não seguia conosco" (Mc 9.38). Jesus replicou: "Não lho proibais... pois quem não é contra a nós, é por nós" (Mc 9.39,40). Noutra ocasião, ambiciosos, Tiago e João sugeriram que lhes fosse permitido assentar-se à esquerda e à direita de Jesus na sua glória. Esta idéia os indispôs com os outros discípulos (Mc 10.35-41).
Mas a ousadia de João foi-lhe vantajosa na hora da morte e da ressurreição de Jesus. Jo 18.15 diz que João era " conhecido  do sumo sacerdote".  Isto o tornaria facilmente vulnerável à prisão quando os aguardas do sumo sacerdote prenderam a Jesus. Não obstante, João foi o único apóstolo que se atreveu a permanecer ao pé da cruz, e Jesus entregou-lhe sua mãe aos seus cuidados (Jo 19.26-27). Ao ouvirem os discípulos que o corpo de Jesus já não estava no túmulo, João correu na frente dos outros e chegou primeiro ao sepulcro. Contudo, ele deixou que Pedro entrasse antes dele na câmara de sepultamento (Jo 20.1-4,8).
Se João escreveu, deveras, o quarto Evangelhos, as cartas de João e o Apocalipse, ele escreveu mais texto do NT do que qualquer dos demais apóstolos. Não temos motivo para duvidar de que esses livros não são de sua autoria.
Diz a tradição que ele cuidou da mãe  de Jesus enquanto pastoreou a congregação em Éfeso, e que ela morreu ali. Preso, foi levado a Roma e exilado na Ilha de Patmos. Acredita-se que ele viveu até avançada idade, e seu corpo foi devolvido a Éfeso para sepultamento

6) Judas - Não o Iscariotes
João refere-se a um dos discípulos como "Judas, não o Iscariotes" (Jo 14.22). Não é fácil determinar a identidade desse homem.
O NT refere-se a diversos homens com o nome de Judas - Judas Iscariotes; Judas, irmão de Jesus (Mt 13.55; Mc 6.3); Judas, o galileu (At 5.37) e Judas, não o Iscariotes. Evidentemente, João desejava evitar confusão quando se referia a esse homem, especialmente porque o outro discípulo chamado Judas não gozava de boa fama.
Mateus e Marcos referem-se a esse homem como Tadeu (Mt 10.3; Mc 3.18). Lucas o menciona como "Judas, filho de Tiago" (Lc 6.16; At 1.13).
Não sabemos ao certo quem era o pai de Tadeu.
O Historiador Eusébio diz que Jesus uma vez enviou esse discípulo ao rei Abgar da Mesopotâmia a fim de orar pela sua cura. Segundo essa história, Judas foi a Abgar depois da ascensão de Jesus, e permaneceu para pregar em várias cidades da Mesopotâmia.  Diz outra tradição que esse discípulo foi assassinado por mágicos na cidade de Suanir, na Pérsia. O mataram a pauladas e pedradas.

7) Judas Iscariotes 

Todos os Evangelhos colocam Judas Iscariotes no fim da lista dos discípulos de Jesus. Sem dúvida alguma isso reflete a má fama de Judas como traidor de Jesus.
A Palavra aramaica Iscariotes literalmente significa "homem de Queriote". Queriote era uma cidade próxima a Hebrom (Js 15.25). Contudo, João diz-nos que Judas era filho de Simão (Jo 6.71). Se Judas era, de fato, natural desta cidade, dentre os discípulos, ele era o único procedente da Judéia. Os habitantes da Judéia desprezavam o povo da Galiléia como rudes colonizadores de fronteira. Essa atitude pode ter alienado Judas Iscariotes dos demais discípulos.
Os Evangelhos não nos dizem exatamente quando Jesus chamou Judas pra juntar-se ao grupo de seus seguidores. Talvez tenha sido nos primeiros dias, quando Jesus chamou tantos outros            (Mt 4.18-22). Judas funcionava como tesoureiro dos discípulos, e pelo menos em uma ocasião ele manifestou uma atitude sovina para com o trabalho. Foi quando uma mulher por nome Maria derramou ungüento precioso sobre os pés de Jesus. Judas reclamou: "Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários, e não se deu aos pobres?" (Jo 12.5). No versículo seguinte João comenta que Judas disse isto "não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão."
Enquanto os discípulos participavam de sua última refeição com Jesus, o Senhor revelou saber que estava prestes a ser traído e indicou Judas como o criminoso. Disse ele a Judas: "O que pretendes fazer,  faze-o depressa" (Jo 13.27). Todavia, os demais discípulos não suspeitavam do que Judas estava prestes a fazer. João relata que "como Judas era quem trazia a bolsa, pensaram alguns que Jesus lhe dissera: Compra o que precisamos para a festa da Páscoa..." (Jo 13.28-29).
Judas traiu o Senhor Jesus, influenciado ou inspirado pelo maligno ( Lc 22.3; Jo 13.27). Tocado pelo remorso, Judas procurou devolver o dinheiro aos captores de Jesus e enforcou-se. (Mt 27.5)

8) Mateus
Nos tempos de Jesus, o governo romano coletava diversos impostos do povo palestino. Pedágios pra transportar mercadorias por terra ou por mar eram recolhidos por coletores particulares, os quais pagavam uma taxa ao governo romano pelo direito de avaliar esses tributos. Os cobradores de impostos auferiam lucros cobrando um imposto mais alto do que a lei permitia. Os coletores licenciados muitas vezes contratavam oficiais de menor categoria, chamados de publicanos, para efetuar o verdadeiro trabalho de coletar. Os publicanos recebiam seus próprios salários cobrando uma fração a mais do que seu empregador exigia. O discípulo Mateus era um desses publicanos; ele coletava pedágio na estrada entre Damasco e Aco; sua tenda estava localizada fora da cidade de Cafarnaum, o que lhe dava a oportunidade de, também, cobrar impostos dos pescadores.
Normalmente um publicano cobrava 5% do preço da compra de artigos normais de comércio, e até 12,5% sobre artigos de luxo. Mateus cobrava impostos também dos pescadores que trabalhavam no mar da Galiléia e dos barqueiros que traziam suas mercadorias das cidades situadas no outro lado do lago.
O judeus consideravam impuro o dinheiro dos cobradores de impostos, por isso nunca pediam troco. Se um judeu não tinha a quantia exata que o coletor exigia, ele emprestava-o a um amigo. Os judeus desprezavam os publicanos como agentes do odiado império romano e do rei títere judeu. Não era permitido aos publicanos prestar depoimento no tribunal, e não podiam pagar o dízimo de seu dinheiro ao templo. Um bom judeu não se associaria com publicanos (Mt 9.10-13).
Mas os judeus dividiam os cobradores de impostos em duas classes. a primeira era a dos gabbai,  que lançavam impostos gerais sobre a agricultura e arrecadavam do povo impostos de recenseamento. O  Segundo grupo compunha-se dos mokhsa era judeus, daí serem eles desprezados como traidores do seu próprio povo. Mateus pertencia a esta classe.
O Evangelho de Mateus diz-nos que Jesus se aproximou deste improvável discípulo quando ele esta sentado em sua coletoria. Jesus simplesmente ordenou a Mateus: "Segue-me!" Ele deixou o trabalho pra seguir o Mestre (Mt 9.9).
Evidentemente, Mateus era um homem rico, porque ele deu um banquete em sua própria casa. "E numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa" (Lc 5.29). O simples fato de Mateus possuir casa própria indica que era mias rido do que o publicano típico.
Por causa da natureza de seu trabalho, temos certeza que Mateus sabia ler e escrever. Os documentos de papiro, relacionados com impostos, datados de cerca de 100 dC, indicam que os publicanos eram muito eficientes em matéria de cálculos.
Mateus pode ter tido algum grau de parentesco com o discípulo Tiago, visto que se diz de cada um deles ser "filho de Alfeu" (Mt 10.3; Mc 2.14). Às vezes Lucas usa o nome Levi para referir-se a Mateus (Lc 5.27-29). Daí alguns estudiosos crerem que o nome de Mateus era Levi antes de se decidir-se a seguir a Jesus, e que Jesus lhe deu um novo nome, que significa "dádiva de Deus". Outros sugerem que Mateus era membro da tribo sacerdotal de Levi.
De todos os evangelhos, o de Mateus tem sido, provavelmente, o de maior influência. A literatura cristã do segundo século faz mais citações do Evangelho de Mateus do qu de qualquer outro. Os pais da igreja colocaram o Evangelho de Mateus no começo do cânon do NT provavelmente por causa do significado que lhes atribuíam. O relato de Mateus desta a Jesus como o cumprimento das profecias do AT. Acentua que Jesus era o Messias prometido.
Não sabemos o que aconteceu com Mateus depois do dia de Pentecostes. Uma informação fornecida por John Foxe, declara que ele passou seus últimos anos pregando na Pártia e na Etiópia e que foi martirizado na cidade Nadabá em 60 dC.  Não podemos julgar se esta informação é digna de confiança. 

9) Filipe
O Evangelho de João é o único a dar-nos qualquer informação pormenorizada acerca do discípulos chamado Filipe. Jesus encontrou-se com ele pela primeira vez em Betânia, do outro lado do Jordão (Jo 1.28). É interessante notar que Jesus chamou a Filipe individualmente enquanto chamou a maioria dos outros em pares. Filipe apresentou Natanael a Jesus (Jo 1.45-51), e Jesus também chamou a Natanael (ou Bartolomeu) para seguí-lo.
Ao se reunirem 5 mil pessoas para ouvir a Jesus, Filipe perguntou ao Seu Senhor como alimentariam a multidão. "Não lhes bastariam duzentos denários de pão, para  receber cada um o seu pedaço", disse ele (Jo 6.7). Noutra ocasião, um grupo de gregos dirigiu-se a Filipe e pediu-lhe que o apresentasse a Jesus. Filipe solicitou a ajuda de André e juntos levaram os homens para conhecê-lo (Jo 12.20-22).
Enquanto os discípulos tomavam a última refeição com Jesus, Filipe disse: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta" (Jo 14.8). Jesus respondeu que nele eles já tinham visto o Pai.
Esses três breves lampejos são tudo o que vemos acerca de Filipe. A igreja tem preservado muitas tradições a respeito de seu último ministério e morte. Segundo algumas delas, ele pregou na França; outras dizem que ele pregou no sul da Rússia, na Ásia Menor, ou até na Índia.  Nada de concreto portanto.

10) Simão Pedro
Era um homem de contrastes. Em Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou: "Mas vós, quem dizeis que eu sou?" Ele respondeu de imediato: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo" (Mt 16.15-16). Alguns versículos adiante, lemos: "E Pedro chamando-o à parte, começou a reprová-lo..." Era característico de Pedro passar de um extremo ao outro.
Ao tentar Jesus lavar-lhe os pés no cenáculo, o imoderado discípulo exclamou: "Nunca me lavarás os pés." Jesus, porém, insistiu e Pedro disse: "Senhor, não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça" (Jo 13.8,9).
Na última noite que passaram juntos, ele disse a Jesus: "Ainda que todos se escandalizem, eu jamais!" (Mc 14.29). Entretanto, dentro de poucas horas, ele não somente negou a Jesus mas praguejou (Mc 14.71).
Este temperamento volátil, imprevisível, muitas vezes deixou Pedro em dificuldades. Mas, o Espírito Santo o moldaria num líder, dinâmico, da igreja primitiva, um "homem-rocha" (Pedro significa "rocha") em todo o sentido.
Os escritores do NT usaram quatro nomes diferentes com referência a Pedro. Um é o nome hebraico Simeon (At 15.14), que pode significar "ouvir". O Segundo era Simão, a forma grega de Simeon. O terceiro nome era Cefas palavra aramaica que significa "rocha". O quarto nome era Pedro, paralavra grega que significa "Pedra" ou "rocha"; os escritores do NT se referem ao discípulo com estes nomes mais vezes do que os outros três.
Quando Jesus encontrou este homem pela primeira vez, ele disse: "Tu és Simão, o filho de João; tu serás chamado Cefas" (Jo 1.42). Pedro e seu irmão André eram pescadores no mar da Galiléia        (Mt 4.18; Mc 1.16). Ele falava com sotaque galileu, e seus maneirismos identificavam-no como um nativo inculto da fronteira da galiléia (Mc 14.70). Foi levado a Jesus pelo seu irmão André. (Jo 1.40-42)
Enquanto Jesus pendia na cruz, Pedro estava provavelmente entre o grupo da Galiléia que "permaneceram a contemplar de longe estas coisas" (Lc 23.49). Em 1Pe 5.1, ele escreveu: "...eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo..."
Pedro encabeça a lista dos apóstolo em cada um dos relatos dos Evangelhos, o que sugere que os escritores do NT o consideravam o mais importante dos doze. Ele não escreveu tanto como João ou Mateus, mas emergiu como o  líder mais influente da igreja primitiva. Embora 120 seguidores de Jesus tenha recebido o ES no dia do Pentecoste, a Bíblia registra as palavras de Pedro (At 2.14-40). Ele sugeriu que os apóstolos procurassem um substituto para Judas Iscariotes (At 1.22). Ele e João foram os primeiros a realizar um milagre depois do Pentecoste, curando um paralítico na Porta Formosa (At 3.1-11).
O livro de Atos acentua as viagens de Paulo, mas Pedro também viajou extensamente. Ele visitou Antioquia (Gl 2.11), Corinto (2Co 1.12) e talvez Roma.
Pedro sentiu-se livre para servir aos gentios (At 10), mas ele é mais bem conhecido como o apóstolo dos judeus (Gl 2.8). À medida que Paulo assumir um papel mais ativo na obra da igreja  e à medida que os judeus se tornavam mais hostis ao Cristianismo, Pedro foi relegado a segundo plano na narrativa do NT.
A tradição diz que a Basílica de São Pedro em Roma está edificada sobre o local onde ele foi sepultado. Escavações modernas sob a antiga igreja exibem um cemitério romano muito antigo e alguns túmulos usados apressadamente para sepultamentos cristãos. Uma leitura cuidadosa dos Evangelhos e do primitivo segmento de Atos tenderia a apoiar a tradição de que Pedro foi figura preeminente da igreja primitiva.

Pedro, primeiro papa? Clique Aqui.

11) Simão Zelote
Mateus refere-se a um discípulo chamado "Simão, o  Cananeu", enquanto Lucas e o livro de Atos referem-se a "Simão, o Zelote". esses nomes referem-se à mesma pessoa. Zelote é uma palavra grega que significa "zeloso"; "cananeu" é transliteração da palavra aramaica kanna'ah,  que também significa "zeloso"; parece, pois, que este discípulo pertencia à seita judaica conhecida como zelotes.
A Bíblia não indica quando Simão, foi convidado para unir-se aos apóstolos. Diz a tradição que Jesus o chamou ao mesmo tempo em que chamou André e Pedro, Tiago e João, Judas Iscariotes e Tadeu (Mt 4.18-22).
Temos diversos relatos conflitantes acerca do ministério posterior deste homem e não é possível chegar a uma conclusão.

12) Tomé
O Evangelho  de João dá-nos um quadro mais completo do discípulo chamado Tomé do que o que recebemos dos Sinóticos ou do livro de Atos. João diz-nos que ele também era chamado Dídimo    (Jo 20.24). A palavra grega para "gêmeos" assim como a palavra hebraica t'hom significa "gêmeo". A Vulgata Latina empregava Dídimo como nome próprio.
Não sabemos quem pode ter sido Tomé, nem sabemos coisa alguma a respeito do passado de sua família ou de como ele foi convidado para unir-se ao Senhor. Sabemos, contudo, que ele juntou-se a seis outros discípulos que voltaram aos barcos de pesca depois que Jesus foi crucificado (Jo 21.2-3). Isso sugere que ele pode ter aprendido a profissão de pescador quando jovem.
Diz a tradição que Tomé finalmente tornou-se missionário na Índia. Afirma-se que ele foi martirizado ali e sepultado em Mylapore, hoje subúrbio de Madrasta. Seu nome é lembrado pelo próprio título da igreja Martoma ou "Mestre Tome".

13) Matias - Substituto de Judas Iscariotes
Após a morte de Judas, Pedro propôs que os discípulos escolhessem alguém para substituir o traidor. O discurso de Pedro esboçava certas qualificações para o novo apóstolo ( At 1.15-22). O apóstolo tinha de conhecer a Jesus "começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas". Tinha de ser também, "testemunha conosco de sua ressurreição" (At 1.22).
Os apóstolos encontraram dois homens que satisfaziam as qualificações: José, cognominado Justo, e Matias (At 1.23). Lançaram sortes para decidir a questão e a sorte recaiu sobre Matias.
O nome Matias é uma variante do hebraico Matatias, que significa "dom de Deus". Infelizmente, a Bíblia nada diz a respeito do ministério de Matias.

Fonte: O Mundo do Novo Testamento - Editora Vida

18/06/2010

EVA: A MÃE DE TODA A HUMANIDADE

O Governo sobre toda a criação foi dado ao homem, mas Deus declarou que não era bom que ele vivesse sozinho e, assim da costela de Adão criou a mulher e a entregou por esposa, atingindo o ápice de sua criação (Gn 2.18-24). A criação de Eva não foi uma decisão repentina ou uma casualidade, mas uma parte indispensável do plano de Deus. Adão e Eva foram criados "`a imagem de Deus" e estabelecidos como seus representantes no mundo para cuidar de tudo aquilo que colocou sob domínio deles.

Entretanto, a pureza e a inocência foram destruídas quando a serpente entrou em cena e Eva escolheu acreditar na mentira de Satanás. Sendo livre para colocar sua vontade acima da vontade de Deus, ela assim agiu e, ao oferecer o fruto ao marido, fez com que ele também pecasse. No Novo Testamento, Paulo explicou as ações dos dois dizendo que Eva foi enganada, mas que Adão comeu o fruto com total consciência da transgressão (2 Co 11.3; 1 Tm 2.14). Depois, sentindo-se culpados, esconderam-se de Deus criando para si vestes de folhas de figueira para cobrir a vergonha. Dessa forma, eles não apenas romperam o relacionamento com Deus, mas também entre si, com todas as gerações vindouras e até mesmo com o mundo e a natureza sobre a qual deveriam governar.

Deus amaldiçoou a serpente e a terra por causa do homem e profetizou sofrimento, trabalho árduo e morte para o primeiro casal. Para a mulher, dor ao dar à luz, ao educar os filhos e ao relacionar-se com seu marido. Resistiria à liderança na medida em que o domínio do homem sobre ela se distorcesse (Gn 3.16).

Expulsa de seu maravilhoso lar, Eva concebeu e teve dois filhos, embora sua alegria com o nascimento deles tenha se transformado em dor, como foi profetizado por Deus. Caim assassinou seu irmão, desafiando a ordem divina com relação aos sacrifícios e foi banido do Éden. Eva não teve mais filhos até que a graça de Deus se manifestou na forma de um outro descendente, Sete, que foi o ancestral do Messias.

Eva permanece como um arquétipo do sexo feminino. Embora criada à imagem de Deus (Gn 1.27), exerceu sua vontade ao desobedecer ao Senhor (Gn 3.6), ousando desafiar sua autoridade. A desobediência, em si mesma, não foi um motivo, mas pressupôs um motivo. Sua tentação não foi a de desobedecer simplesmente, mas, em última análise, a de agir por conta própria ou possuir tudo o que desejasse. Como descendente dela, toda mulher carrega sua semelhança. A voz da primeira mulher proclama um aviso vindo do passado a todas as mulheres para que sigam o caminho da obediência. Soa também como um eco de esperança quando pecarem, pois se Eva encontrou a justiça de Deus, também experimentou a sua graça (veja Rm 5.18-19).

Veja também Gn 2.18; 4.25; 2 Co 11.3; 1 Tm 2.13-14; 2 Sm 6; Pv 5; Os 2; Am 3; 2 Co 13; Hb 13; 1 Sm 2; Is 66; Ez 16.


 

Extraído de A Bíblia da Mulher.

16/06/2010

Preciso de um celular?

“Eu me sinto muito insegura e irritada quando não estou com o celular.” — Akiko.
EM MUITOS países, observa-se uma crescente popularização do telefone celular. Um dos motivos é sua praticidade: seus amigos e seus pais podem contatá-lo a qualquer momento, em qualquer lugar que esteja — e vice-versa. Alguns modelos lhe permitem trocar breves mensagens escritas, que é “a última novidade no mercado para satisfazer o anseio de comunicação dos jovens”, diz o jornal The Times, de Londres. Há modelos que até lhe permitem conectar-se com a Internet, provendo acesso a sites e ao e-mail.
Talvez você já possua um celular ou esteja pensando em adquirir um. Qualquer que seja o caso, lembre-se de que sempre existem dois lados da moeda. O celular tem as suas vantagens, mas é bom saber também quais são as desvantagens, pois, se decidir adquirir um, pesar primeiro os prós e os contras o ajudará a usá-lo com o devido critério.
Calcule o custo
Jesus estabeleceu o sábio princípio de que é preciso ‘calcular o custo’ antes de iniciar um projeto importante. (Lucas 14:28) Será que esse princípio pode ser aplicado a celulares? Sem dúvida! É verdade que você pode conseguir o aparelho a um preço bem acessível ou até mesmo grátis. Mas, conforme Henna, de 17 anos, descobriu, “a conta de repente pode ficar muito alta”. Também há a constante pressão de se manter em dia com serviços e recursos adicionais e para comprar modelos mais caros. Hiroshi diz: “Tenho um trabalho de meio período e vou juntando dinheiro para comprar um modelo novo todo ano.” Muitos jovens fazem o mesmo.#
Mesmo que seus pais concordem em pagar a conta, é importante saber avaliar os custos. Um ministro viajante no Japão diz: “Há mães que arrumam um emprego de meio período só para poder manter o celular dos filhos que, aliás, talvez nem seja necessário.” Você com certeza não gostaria de impor tal fardo a seus pais!
Ladrão de tempo?
Muitos que começam usando o celular de forma moderada descobrem que ele logo acaba tomando o tempo que antes era dedicado a outras atividades mais importantes. Mika e a família passavam bastante tempo juntos conversando à mesa na hora do jantar. “Agora”, diz, “assim que acabamos de comer, cada um vai para o seu quarto [com o seu celular]”.
“Um terço dos jovens entre 16 e 20 anos preferem enviar mensagens eletrônicas a qualquer outra forma de comunicação escrita”, diz o jornal The Guardian, de Londres. Enviar textos pode ser mais barato do que conversar ao telefone, mas você leva mais tempo para digitar as mensagens. Mieko admite: “Se alguém manda uma mensagem dizendo ‘boa-noite’, respondo ‘boa-noite’. Mas daí uma mensagem leva à outra e, quando vejo, já se passou uma hora. E em geral só jogando conversa fora.”
Muitos usuários ficariam bastante surpresos se parassem para somar todo o tempo que passam ao telefone durante um mês. Teija, uma jovem de 19 anos, admite: “Em muitos casos, o celular não poupa tempo; muito pelo contrário, ele rouba o seu tempo.” Mesmo que você precise de um celular, é importante estar ciente de quanto tempo passa utilizando-o.
Marja, uma jovem cristã, diz: “Nas assembléias cristãs, é muito comum os jovens ficarem mandando mensagens sem importância.” Tem-se observado o mesmo comportamento entre jovens no ministério cristão. A Bíblia aconselha os cristãos a comprar tempo para atividades espirituais. (Efésios 5:16) É realmente lamentável desperdiçar esse tempo precioso batendo papo ao telefone.
Comunicação secreta
Marie alerta a um outro perigo: “Como as chamadas vêm diretamente para a pessoa, não para a casa, há o perigo de os pais nem saberem com quem os filhos estão conversando ou sequer se eles estão falando ao telefone ou não.” Há jovens que usam o celular para contatar pessoas do sexo oposto sem que ninguém mais saiba disso. Alguns afrouxaram a guarda, ultrapassando limites que normalmente observariam ao comunicar-se com outros. Como assim?
“Quando [os jovens] trocam mensagens, ninguém pode monitorar o que eles estão fazendo”, diz o jornal The Daily Telegraph, de Londres. O fato de não ver nem ouvir a outra pessoa pode deixá-lo mais à vontade. “Alguns acham que enviar mensagens é uma forma mais impessoal de se comunicar”, diz Timo. “Numa mensagem, a pessoa escreve coisas que não teria coragem de dizer pessoalmente.”
Quando Keiko, jovem cristã de 17 anos, começou a usar o celular, passou o número para muitos de seus amigos. Logo ela começou a trocar mensagens todos os dias com um rapaz da congregação. Ela diz: “Primeiro a gente só falava sobre as coisas do dia-a-dia, mas depois começamos a falar sobre os nossos problemas. Criamos um mundo só nosso por meio do celular.”
Felizmente, ela recebeu ajuda de seus pais e dos anciãos cristãos antes de se envolver demais. Hoje ela admite: “Mesmo antes de me darem o celular, meus pais já haviam me avisado diversas vezes sobre trocar mensagens com pessoas do sexo oposto. Eu mandava mensagens para ele todo dia. Não foi a melhor maneira de usar o celular.”%
A Bíblia nos aconselha a ‘ter uma boa consciência’. (1 Pedro 3:16) Isso significa que, quando usa o celular, você deve certificar-se de que, como diz Koichi, ‘não tenha nada de que se envergonhar’, mesmo que uma outra pessoa veja as mensagens ou ouça o que você diz. Nunca se esqueça de que não podemos esconder nada de nosso Pai celestial. A Bíblia deixa claro: “Não há criação que não esteja manifesta à . . . vista [de Deus], mas todas as coisas estão nuas e abertamente expostas aos olhos daquele com quem temos uma prestação de contas.” (Hebreus 4:13) Então por que procurar manter um relacionamento secreto?




 Alguns jovens mantêm um relacionamento secreto por meio do celular
Estabeleça limites
Se está pensando em adquirir um celular, por que não avalia a situação com cuidado para ver se realmente precisa de um? Converse sobre o assunto com seus pais. Alguns se sentem como a jovem Jenna, que diz: “Ter um celular é uma responsabilidade grande demais para muitos jovens.”
Mesmo que decida adquirir um celular, é importante controlar o seu uso. Como? Estabeleça limites razoáveis. Por exemplo, limite o número de recursos que utiliza, o tempo e o dinheiro que gasta com o telefone. Visto que a maioria das operadoras fornece uma listagem detalhada de todas as chamadas, talvez seja bom, de vez em quando, analisar a conta com os seus pais. Alguns acham mais prático usar um aparelho pré-pago para controlar o seu uso.
Decida antecipadamente a questão de quando e como responder a telefonemas e mensagens. Estabeleça suas próprias regras de uso de forma razoável. Shinji diz: “Abro a caixa postal apenas uma vez por dia e geralmente só respondo a mensagens importantes. O resultado é que os amigos pararam de mandar bobagens. Quando há um assunto urgente, eles ligam.” Mais importante, seja seletivo com relação às pessoas com que mantém contato. Seja criterioso quanto a dar seu número de telefone. Também nesse assunto, aplique os mesmos princípios que você mantém com relação a amizades. —  1 Coríntios 15:33.
A Bíblia diz: “Para tudo há um tempo determinado, . . . tempo para ficar quieto e tempo para falar.” (Eclesiastes 3:17) É claro que há momentos em que é melhor ‘deixar quieto’ o celular. As reuniões cristãs são um “tempo determinado” para adorar a Deus, não para usar o celular. Alguns gerentes de restaurantes e de cinema solicitam aos clientes que não usem o celular, e costumamos respeitar isso. Com certeza o Soberano do Universo merece muito mais respeito e consideração.
A menos que estejam aguardando uma chamada importante, muitos preferem desligar o celular, ou deixar no modo silencioso quando estão realizando atividades essenciais. Alguns simplesmente não carregam o celular. Afinal de contas, não concorda que a maior parte das mensagens pode ser respondida mais tarde?
Se estiver pensando em adquirir um celular, esteja decidido a controlá-lo —  não deixe que ele controle você! É claro que precisa ficar atento e estabelecer prioridades. O incentivo da Bíblia é: “Seja a vossa razoabilidade conhecida de todos os homens.” (Filipenses 4:5) Se decidir adquirir um celular, demonstre razoabilidade na maneira em que o utiliza.





* Alguns nomes foram mudados.
# Para uma consideração sobre trabalhar após as aulas, veja o artigo “Os Jovens Perguntam . . . O que há de errado em ganhar dinheiro?”, na Despertai! de 22 de setembro de 1997.
% Conversar ou trocar mensagens de forma regular com alguém do sexo oposto por telefone pode ser considerado namoro. Queira ver o artigo “Os Jovens Perguntam — O que há de errado em apenas conversar?”, na Despertai! de 22 de agosto de 1992.
Publicado em Despertai!  de 22 de outubro de 2002.

15/06/2010

Como Contar Histórias?

Muitos julgam facílimo contar uma história. Puro engano. São poucos os bons contadores de histórias. Vejamos estas sugestões:

1-) Nunca conte uma história que não interessa ao nível da classe.
2-) É muito importante que as crianças estejam fisicamente bem próximas ao evangelizador, se possível, dispostas em semi-círculo, para sentirem-se próximas mentalmente.
3-) Nunca quebrar a narração para fazer comentários (mesmo ligados à história) nem mesmo para chamar a atenção de alguma criança.
4-) Conhecer bem a estória a ser narrada. O professor que ler a história pouco antes da aula não está apto a narrá-la.
5-) Planejar a apresentação da história antes de contá-la, treinando antes a seqüência dos fatos, ligando-os à apresentação das gravuras ou cartazes a serem utilizados durante a narrativa.
6-) Verificar se a história contém passagens que necessitem de anterior explicação. Caso exista, simplificar ao máximo, passando à sua necessária explicação.
7-) Verificar se a história ainda não é de conhecimento das crianças. O prévio conhecimento diminuiria muito o interesse.
8-) Não ponha ênfase em pormenores sem importância. Além de cansar, tiraria o valor das partes principais.
9-) Contar com naturalidade, usando uma linguagem, usando uma linguagem simples e correta. A linguagem deve estar à altura do entendimento das crianças.
10-) Modular a voz, encarando os ouvintes, sem fixar-se em nenhum.
11-) Nunca interrompa a narrativa, e conte a história com velocidade crescente.
12-) Verificar se as crianças estão bem acomodadas. Acúmulo de crianças tende a quebrar o interesse.
13-) Fale sempre em tom agradável, nem depressa e nem devagar.
14-) Evite comentários inúteis, pois cansam a a criança.
15-) Evite balbuciência (hesitação e timidez).
16-) Evite tartareio: Trocar "tá" por está; "né" por não é; "ocê" por você.
17-) Evite cacoetes: Dizer sempre ao fim da frase... Não é? Certo? Entende? Compreende? Aliás... etc.Etapas de Como contar Histórias.
1-) Incentivo Inicial: Nunca entremos diretamente no início da história.
Através de conversações, gravuras, vários tipos de material didático, perguntas e outros recursos, aguçamos a curiosidade e o interesse da criança com relação a ouvir e conhecer a história.
2-) Apresentação de Expressões e passagens desconhecidas das crianças. Devem ser explicadas  anteriormente, a fim de que não haja incompreensão durante a narração.
3-) Apresentação da história - Ao ouvir, as crianças devem estar em semi-círculo, se possível.
4-) Comentário da história - Marcar bem a passagem principal, passando a fixar o objetivo da história, relativo ao tema.
5-) Atividades de desenvolvimento - Perguntas individuais, gerias, reprodução da história e avaliação do aprendido. Pode-se aqui apresentar ainda a respeito do tema: dramatização, desenho, coro falado (jogral),
canções e composições de outras histórias referentes ao tema.

Características do Bom Contador de Histórias:

a) Conhecer o enredo seguramente, evitando quebras de atenção e desconfiança por parte das crianças.
b) Confiar em si mesmo, preparando convenientemente.
c) Não ser afetado, narrar com toda naturalidade.
d) Não ter gestos bruscos, movimentando-se tranqüilamente.
e) Evitar tiques, estribilhos e cacoetes a fim de não distrair a atenção dos pequenos.
f) Atender a todos com igualdade.
g) Tom de voz agradável e não cansativa.
h) Sentir o que conta, permanecendo atento aos fatos.

(Fonte: Ev.Infantil Volume 1 - Mariluz Valadão Vieira - Editora Aliança - 1988)

A Importância Do Saber Contar Histórias Na Educação Infantil

Ler histórias para crianças é poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade respondida em relação a tantas perguntas, é encontrar idéias para solucionar questões. É uma possibilidades de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos.
É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes como a tristeza, o pavor, a insegurança, a tranqüilidade e tantas outras mais.
“É através duma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula...”.( ABRAMOVICH, 1995, p. 17).
A leitura é uma forma exemplar de aprendizagem, é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. Favorece a remoção de barreiras educacionais, principalmente através da promoção do desenvolvimento da linguagem e do exercício intelectual, aumentando a possibilidade de normalização da situação pessoal de um indivíduo.
A exposição à leitura da histórias no seio familiar durante os anos pré-escolares, leva muitas crianças ao sucesso escolar. As crianças que vivem num ambiente letrado desenvolvem um interesse lúdico com respeito às atividades de leitura e escrita, praticadas pelos adultos que a rodeiam. Esse interesse varia de acordo com a qualidade, freqüência e valor destas atividades realizadas pelos adultos que convivem com as crianças. Se uma mãe ler para seu filho textos interessantes e com boa qualidade, nota-se que estará transmitindo a ele informações variadas sobre a língua escrita e sobre o mundo. Isso é de suma importância para a criança, pois irá levá-la a interessar-se cada vez mais pela leitura das histórias ouvidas.
Ao adentrar no mundo escolar, a leitura não mais se realizará como na família, devendo sofrer modificações que são vitais para o desenvolvimento da aprendizagem. Para poder transmitir à criança uma visão clara do que se está lendo, o professor deverá ter algumas atitudes, tais como:
· Visualizar o livro para a criança, através da exposição das gravuras;
· Ler de forma liberal, porém clara e agradável, atraindo a atenção da criança;
· Manter-se aberto para as perguntas das crianças, incentivando a troca de comentários sobre o texto lido.
 
O QUE DEVEMOS LER PARA AS CRIANÇAS

Nas transformações da leitura de histórias em atividades pedagógicas, a nossa preocupação maior é com a qualidade da leitura que iremos realizar para as crianças.
Assim, a escolha dos livros deve ter alguns princípios básicos que possam garantir a eficiência do trabalho pedagógico, ou seja:
a) qualidade de criação;
b) estrutura da narrativa;
c) adequação às convenções do português escrito;
d) despertar o interesse da criança;
e) simplicidade do texto;
Isso nos garantirá, além de oportunizar o contato da criança com o uso real da escrita, levar a mesma a conhecer novas palavras, discutir valores como o amor e o trabalho, levá-los a usar a imaginação, tornando-os criativos e capazes de pensar.
A leitura deve se transformar em atividade de rotina, pois o escutar histórias desenvolve naturalmente um interesse cada vez maior em aprender determinadas histórias e reproduzi-las oralmente.
O professor deve procurar assegurar às crianças o acesso aos livros, agindo como elemento facilitador e incentivador da criança pela leitura à medida que não se comporta como leitor e sim como expectador das leituras que são reproduzidas pelas crianças.

POR QUE CONTAR HISTÓRIAS ?

Contar histórias é a mais antigas das artes. Nos velhos tempos, o povo assentava ao redor do fogo para esquentar, alegrar, conversar, contar casos. Pessoas que vinham de longe de suas Pátrias contavam e repetiam histórias para guardar suas tradições e sua língua. As histórias se incorporam à nossa cultura. Ganharam as nossas casas através da doce voz materna, das velhas babás, dos livros coloridos, para encantamento da criançada. E os pedagogos, sempre à procura de técnicas e processos adequados à educação das crianças, descobriram esta “mina de ouro” as histórias.
Parte importante na vida da criança desde a mais tenra idade, a literatura constitui alimento precioso para sua alma. É conhecendo a criança e o mistério delicioso do seu mundo que podemos avaliar todo o valor da literatura em sua formação. As crianças tem um mundo próprio, todo seu, povoado de sonhos e fantasias.
A história é contada visando:
· deleitar a criança;
· infundir o amor à beleza;
· desenvolver sua imaginação;
· desenvolver o poder da observação;
· ampliar as experiências;
· desenvolver o gosto artístico;
· estabelecer uma ligação interna entre o mundo da fantasia e o da realidade;
No sentido da língua, particularmente, as histórias:
· enriquecem a experiência;
· desenvolvem a capacidade de dar seqüência lógica aos fatos;
· dão o sentido da ordem;
· esclarecem o pensamento;
· educam a atenção;
· desenvolve o gosto literário;
· fixam e ampliam o vocabulário;
· estimulam o interesse pela leitura;
· desenvolvem a linguagem oral e escrita;
As histórias são fontes maravilhosas de experiências. São meios preciosos de ampliar o horizonte da criança e aumentar sue conhecimento em relação ao mundo que a cerca. Mas é precioso saber usar as histórias para que dela as se alcance retirar tudo o que podem dar à educação. Um dos principais elementos a ser alcançado é o poder de imaginação que, tirando a criança do seu ambiente, lhe permite ao espírito “trabalhar” a imaginação. As histórias têm como valor específico o desenvolvimento das idéias, e cada vez que elas são contadas acrescentam às crianças novos conhecimentos.
“ O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imagiar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo ( a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto!” (ABRAMOVICH, 1995, p. 23)

COMO CONTAR HISTÓRIAS?

Uma história deve ser contada emocionalmente e não simplesmente apresentada em seu enredo. Uma boa história é uma obra aberta, que permite muitas leituras, muitos caminhos, muitas saídas.
Contar uma história é fazer a criança sentir-se identificada com os personagens. É trazer todo o enredo à presença do ouvinte e fazer com que ele se incorpore à trama da história, como parte dela.
As crianças agem, pensam, sentem, sofrem, alegram-se como se fossem elas próprias os personagens. A história assim vividas pode provocar-lhes sentimentos novos e aperfeiçoar outros. Por isso as histórias não devem ser deprimentes. O final deve ser feliz, para transmitir aos ouvintes uma emoção sadia. O principal na arte de contar histórias é saber despertar a emoção.Quando as crianças nos pedem que lhes contemos histórias é porque sentem necessidade de sair de si mesma, de experimentarem uma nova sensação. Para se contar bem uma história é preciso possuir habilidade, treino e conhecimento técnico do trabalho, pois os valores artísticos, lingüístico e educativos dependem da arte do narrador. Os segredos de um contador de histórias são:
a) Curta a história – o bom contador acredita na sua história, se envolve e vibra com ela. Se o professor não estiver interessado, dificilmente conseguirá interessar as crianças.
b) Evite adaptações – deve-se ler o que está escrito no livro. Não privar os alunos do contato com o texto literário. Os velhos contos de fadas são histórias cheias de fantasias e de poesia. Lidam com sentimentos fundamentais do ser humano: o medo, a angústia, o ódio, o amor. Permitem à criança exercitar através da imaginação, soluções para problemas concretos da vida, que interessam ao adulto.
c) Não explique demais – a adaptação de histórias é uma descaracterização da história na vida da criança. Muitas vezes, a história exerce a função de desenvolver ou até prolongar o mistério. Ao fazer a tradução ou adaptação, o professor deixa tudo muito bem esclarecido, não restando qualquer mistério. Ao ser encerrada, a história realmente se encerra, deixando de existir para a criança.
d) Uma história é um ponto de encontro – ao entrar numa roda de história, a criança participa de uma experiência comum que facilita o conhecimento e as ligações com as crianças.
e) Uma história também é um ponto de partida – a partir de uma história é possível desenvolver outras atividades: desenho, massa, cerâmica, teatro ou o que a imaginação sugerir.
f) Moral da história – nenhuma, ou melhor, várias. Essa história sobre os segredos das histórias e os contadores de histórias é só o começo, o resto quem conta somos nós, com a experiência, imaginação e bom senso.
g) Comentar a história – fazer perguntas diretas para a criança, verificando se ela figurou bem cada um dos caracteres, se os moldou de acordo consigo mesma, se o caráter que nos apresenta é o que pretendíamos transmitir.
h) Dar modalidades e possibilidades da voz – sussurrar quando a personagem fala baixinho ou está pensando em algo importante, falar tão baixo de modo quase inaudível, nos momentos de dúvidas, e usar humoradamente as onomatopéias, os ruídos, os espantos, levantar a voz quando uma algazarra está acontecendo. Ë fundamental dar longas pausas quando se introduz o “Então...”, para que haja tempo de cada um imaginar as muitas coisas que estão para acontecer em seguida.
As histórias são expressões de uma mesma personalidade em evolução, do princípio do prazer da realidade. Podem mostrar à criança que a transformação, a mudança e o desenvolvimento são possíveis. Que o prazer não é proibido.
Contar histórias é uma arte. Deve dar prazer a quem conta e ao ouvinte. As histórias têm finalidade em si. Contadas ou lidas constituem sempre uma fonte de alegria e encantamento. Por isso as atividades de enriquecimento devem ser leves e espontâneas.
A dramatização é uma das melhores atividades de enriquecimento, pois além de ser uma das preferidas pelas crianças, oferece valores imprescindíveis ao desenvolvimento de um bom programa de literatura.
O objetivo da hora das histórias é a familiarização com a literatura. Desde muito cedo, a criança gosta de ouvir a história da sua vida, a mais importante para ela. À medida que cresce, começa a solicitar determinadas passagens que deseja ouvir.
Histórias sobre fatos reais são importantes, porque ajudam a criança a entender sua origem e que tipo de relações existe entre ela, as pessoas e os lugares.
Da mesma forma, as histórias inventadas são importantes. Desde cedo a criança precisa saber de coisas que não fazem parte de sua experiência cotidiana. É comum ela ter um amigo imaginário ou atribuir qualidades humanas e sobrenaturais a um brinquedo ou a um animal.
As histórias lidas somam-se então às inventadas, passando a fazer parte de um mundo onde a realidade e a imaginação se completam. Os livros aumentam o prazer de imaginar coisas. A partir de histórias simples, a criança começa a reconhecer e interpretar sua experiência de vida real.
A hora de curtir um livro juntos é a hora de partilhar: um livro de histórias curtas, contadas com palavras fáceis de ler e entender, ilustrado com imagens que falam da história, das personagens e ações que estão sendo ;lidas e mostradas, que faça pensar em coisas novas, que informe, que faça rir de verdade, que seja engraçado, que faça brincar com as mãos, olhos e ouvidos. O importante é que nessa hora não haja pressa, contando ou lendo tudo de uma só vez. É preciso respeitar as pausa, perguntas e comentários naturais que a história possa despertar, tanto em quem lê quanto em quem ouve.

CONCLUSÃO

Criança interessadas em estudar, este é objetivo primordial de todos os pais. Porém, não sabem eles que é a parir de um conto de histórias que estão estimulando seus filhos a apreciar os estudos com olhos de interesse e não de sofrimento. É no contar uma história que estimulará seus filhos a fantasiar, e trazer de alguma forma esta história para sua realidade.
Esta busca da literatura se faz em grandes livros infantis, escritos por grandes autores que trazem lindas histórias com grandes morais e final. Mas não se faz uma grande fantasia se não soubermos passar isto a criança.
Este foi o grande objetivos do trabalho, tentar de alguma forma ensinar educadores a contar histórias, que ao meu ver não é nada fácil. Sabendo o que ler, como ler, e entender sua importância é a grande base da literatura. Estimulando as crianças a imaginar, criar, envolver-se já é um grande passo para sua carreira.
A literatura na infância é o meio mais eficiente de enriquecimento e desenvolvimento da personalidade: é um passaporte para vida e para a sociedade. É na infância que se adquire o gosto de ler, por isso que é de suma importância o conto, pois o fantasiar antecede a leitura.

Fonte: http://www.botucatu.sp.gov.br

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12/06/2010

REDE DE CRIANÇAS LOCAL: BRASIL EM MISSÕES

Neste sábado, 12 de junho de 2010, realizamos a nossa REDE DE CRIANÇAS na Igreja local, com o TEMA BRASIL EM MISSÕES.
Avisamos um domingo antes para que todas as crianças viessem caracterizadas de verde amarelo para fazermos uma grande festa na presença do Senhor Jesus e foi uma grande benção, porque não contávamos com tanta criança no local. E Deus foi nos dando recursos e abençoando.
Quero agradecer aqui em primeiro lugar a Deus e ao Espírito Santo por ter nos ajudado tanto quanto precisávamos. Agradecemos também ao nosso dirigente irmão Elton que nos ajudou muito neste dia e para a realização desta REDE DE CRIANÇAS. Agradecemos também a todos os pais que permitiram que seus filhos viessem participar conosco desta festinha. Agradecemos também a todos que nos ajudam sempre, nossos ajudantes, colaboradores fiéis: Os Adolescentes Emanuel, Emanuella, Emanuelle, Renan, Emerson, Filipe, Ana Beatriz, Paulo Lucas, Erike, Edith, Pamela. Agradecemos a presença da Evellyn que fez o ensaio com as crinças menores. Agradecemos a Tia Rebeca que mesmo cheia de afazeres da faculdade tem estado conosco nesta batalha. Que Deus abençoe poderosamente suas vidas, e que jamais desistam de continuar nos caminhos dele e nessa obra tão maravilhosa que ele tem feito. Porque nós sabemos que não é fácil, pois muitos obstáculos temos que enfrentar, mas o Senhor Jesus tem sido conosco todos os dias. E por isso, formamos esta Equipe Maravilhosa neste Ministério Infantil.
Agora veja as fotos da nossa REDE DE CRIANÇAS: BRASIL EM MISSÕES.










 Para ver mais fotos dessa nossa Rede de Crianças, acesse nosso Perfil no ORKUT.

Paz seja convosco!!!